Falha de protocolo
Uma falha na lógica, nas permissões ou na integração de contratos pode permitir uma operação que prejudica os ativos expostos ao protocolo. Confirmar a transação na rede não significa que o comportamento do contrato era o pretendido.
O alcance de cada cobertura depende das condições expressas no contrato.
Como acontece
- Uma operação alcança uma condição que o contrato não trata de forma adequada, como um preço de referência manipulável ou uma permissão excessiva.
- O contrato executa a lógica disponível. Uma verificação ausente ou incorreta pode permitir que ativos sejam movimentados em condições indevidas.
- A rede verifica as suas próprias regras e pode confirmar essa execução. Essa confirmação não valida a intenção económica da operação nem recupera automaticamente os ativos.
- O efeito aparece nas posições expostas ao contrato e pode notar-se apenas depois da movimentação.
Um exemplo, sem nome próprio
Num exemplo hipotético, um protocolo de empréstimo usa o preço de um mercado com pouca liquidez para avaliar garantias. Uma operação altera esse preço temporariamente, faz a garantia parecer maior e permite um empréstimo acima do que ela sustentaria. O problema está na referência aceite pelo contrato.
O exemplo descreve o mecanismo, e não um incidente real. Os casos concretos deste segmento pertencem a quem os viveu, e apresentá-los aqui sugeriria um envolvimento que não houve.
Qual é o impacto
A posição pode sofrer uma perda parcial ou total. Para compreender o alcance, identifique os contratos envolvidos, as permissões ativas e os ativos efetivamente expostos à falha.
O que reduz a exposição
- Examine o histórico do contrato e o alcance das auditorias publicadas. Um relatório refere-se ao âmbito e à versão avaliados e não garante a ausência de falhas.
- Identifique dependências comuns entre protocolos; posições com nomes diferentes podem utilizar o mesmo contrato, prestador ou mecanismo.
- Confira quais autorizações de gasto permanecem ativas, os respetivos limites e como as revogar. Deixar de utilizar um protocolo não cancela necessariamente uma permissão.
O que um sinistro desta família precisa de provar
- O hash da transação que causou a perda.
- O endereço protegido declarado na contratação, que tem de ser o mesmo que sofreu a perda.
- O endereço do contrato envolvido e a rede em que opera.
A exigência exata é a da versão publicada do contrato da cobertura contratada. Esta lista é o que costuma ser necessário nesta família.
Coberturas desta família
O que o operador já publicou para Falha de protocolo.
Nenhuma cobertura desta família foi publicada até agora. O risco continua reconhecido pelo produto. O que ainda não existe é a oferta correspondente.
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Se acontecer, o processo é este.
Conheça as etapas de envio, análise e decisão. As decisões de aprovar, negar ou pagar exigem uma segunda pessoa autorizada, e o processo fica registado.
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