Proteção patrimonial em ativos digitais
O perímetro da proteção, redigido antes do sinistro.
Finovex Seguros trata os riscos que só existem em ativos digitais: falha de protocolo, custódia, perda de paridade, pontes entre redes, penalidade de validador e colapso de exchange. Cada cobertura tem contrato publicado e versionado, com o que protege e o que exclui declarado antes de qualquer assinatura.
O produto ainda não foi aberto à contratação. O estado real de cada capacidade está publicado logo abaixo, lido do próprio servidor.
Uma proteção vale exatamente o que está escrito nela. Aqui o texto precede a adesão, a decisão tem autor e o registro precede o dinheiro.
- Sete
- famílias de risco reconhecidas, e a lista é fechada
- Duas
- assinaturas distintas em toda decisão que cria obrigação
- Zero
- apólices tokenizadas, pools de capital ou votação de sinistro
Estado do produto
O que o produto faz hoje, sem arredondamento
Esta faixa não é declaração institucional: ela é lida da própria capability no instante em que este site é publicado, e exibe cada capacidade exatamente como o servidor a reporta.
- Em preparação
Acervo público
As coberturas publicadas e os seus contratos ficam visíveis neste site.
- Em preparação
Cotação
Calcular o prêmio de um valor e um prazo, na área autenticada.
- Em preparação
Contratação
Vincular uma cobertura a endereços declarados e emitir a apólice.
- Em preparação
Sinistros
Abrir um sinistro, submeter evidências e receber uma decisão.
Nenhuma capacidade está aberta. A entidade responsável, a jurisdição e o ativo de liquidação são configuração do operador e ainda não foram publicados - enquanto estiverem ausentes, nenhuma cobertura é emitida e nenhum valor é movimentado. Estado lido em 05 de set. de 2026.
Três regras que precedem qualquer cobertura
Não dependem de o produto estar aberto. São o desenho, e são o que separa uma proteção de uma promessa.
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O contrato não se altera depois de publicado
Uma versão publicada nunca é reeditada. Uma revisão posterior substitui a anterior para quem vier depois; quem contratou sob o texto antigo permanece sob o texto antigo. O documento que você leu é o documento pelo qual o seu sinistro será examinado.
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Nenhuma obrigação nasce de uma assinatura só
Publicar uma cobertura, deferir, indeferir ou pagar um sinistro exige um segundo aprovador distinto e verificação em duas etapas de quem decide. Não é política declarada: o banco recusa o registro quando o segundo aprovador coincide com o primeiro.
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O registro precede o dinheiro
A trilha de auditoria de uma operação financeira é gravada antes do lançamento contábil, e a falha em gravá-la aborta a operação inteira. Nenhuma cobertura fica ativa sem recibo de prêmio, e nenhum sinistro fica quitado sem recibo de pagamento.
Os riscos que este produto reconhece
São sete famílias, e a lista é fechada. Não é recorte editorial: é o mesmo vocabulário que o banco aceita, que o filtro do acervo aplica e que uma cobertura precisa declarar para existir.
- Falha de protocolo O contrato inteligente executa aquilo que ninguém pretendeu, e o saldo se esvai.
- Falha de custódia Quem detinha a guarda dos seus ativos deixa de poder restituí-los.
- Perda de paridade (depeg) O ativo que prometia valer sempre o mesmo desgarra-se da referência e não retorna.
- Falha de ponte entre redes O valor parte de uma rede e jamais aporta na outra.
Para quem guarda e para quem administra
A mesma cobertura, diante de necessidades distintas de quem a contrata.
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Pessoas
Você declara os endereços protegidos, define o valor e o prazo, e passa a deter um documento que diz em que circunstância exata a proteção se aplica. Nenhuma cláusula descoberta depois do incidente.
Entender o funcionamento -
Empresas e tesourarias
Concentração de risco num único custodiante, exposição a protocolos por posição operacional e delegação a validadores pedem cobertura desenhada junto de quem administra o caixa, não plano de prateleira.
Soluções para empresas
O que deliberadamente não existe aqui
Esta lista pertence ao produto tanto quanto a de coberturas. Modelos correntes na proteção cripto foram deixados de fora por decisão, e cada ausência tem motivo.
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Não há pool de capital nem token
A cobertura não é subscrita por um pool que qualquer pessoa capitaliza, e não existe token de governança. Não há nada a comprar além da própria cobertura.
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Não há sinistro decidido por votação
Um sinistro não vai a assembleia, com prazo de urna e queima de participação. Ele é decidido por operador autorizado, com segundo aprovador distinto e registro de quem decidiu e por quê.
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Não há precificação automática de risco
Nenhum modelo precifica risco por conta própria. A taxa anual de cada cobertura é digitada por um operador e publicada sob dupla aprovação. O prêmio é aritmética declarada sobre essa taxa: valor × taxa × dias ÷ 365.
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Não há contrato on-chain
Nenhuma apólice é emitida como token, nenhum sinistro é liquidado por contrato inteligente e nenhuma reserva é comprovada on-chain. O que existe é registro contábil auditado, do lado da plataforma.
Leitura para decidir antes de precisar
Material próprio sobre os riscos que este produto cobre, escrito para quem opera, não para quem vende.
- O que uma cobertura cripto realmente cobre A diferença entre risco de mercado, erro de operação e falha de terceiro - e por que só a terceira categoria é objeto de uma cobertura.
- As sete famílias de risco em ativos digitais Um mapa das exposições que só existem em cripto, e o que distingue uma da outra na hora de decidir o que proteger.
- Custódia própria ou de terceiro: o que muda no risco Guardar as próprias chaves não elimina risco - troca um conjunto por outro. O que cada arranjo carrega, e onde a cobertura entra.
Comece pelo que está escrito.
O acervo publicado, as sete famílias de risco e o rito de sinistro estão inteiramente abertos, sem cadastro e sem conversa comercial antes.
Consultar o acervo não cria cobertura, obrigação nem relação contratual. Cobertura só existe com apólice ativa emitida na plataforma.