Família de risco
Outros riscos declarados
A sétima família existe para uma cobertura cujo risco é real e específico demais para entrar nas seis anteriores. Ela não é um coringa: o que está protegido continua sendo apenas o que a versão publicada do contrato lista.
Como acontece
- O operador publica uma cobertura sob esta família quando o risco não pertence a nenhuma das seis.
- A lista do que é coberto e do que é excluído é escrita no contrato e versionada como qualquer outra.
- Nada é coberto por estar nesta família - é coberto por estar na lista.
Um exemplo, sem nome próprio
Uma cobertura desenhada para um arranjo operacional específico de uma tesouraria não é falha de protocolo, nem de custódia, nem de ponte. Ela entra aqui, com o seu próprio contrato, e o que vale continua sendo o texto publicado.
O exemplo descreve o mecanismo, e não um incidente real. Casos concretos deste segmento pertencem a quem os viveu, e apresentá-los aqui sugeriria envolvimento que não houve.
Qual é o impacto
Varia por cobertura. É por isso que o contrato desta família merece leitura mais atenta do que o de qualquer outra.
O que reduz a exposição
- Leia a lista de exclusões antes da lista de coberturas: é ela que define o alcance.
- Confirme o prazo de carência e a janela de abertura de sinistro do contrato específico.
O que um sinistro desta família precisa provar
- O que a versão publicada do contrato daquela cobertura exigir, explicitamente.
A exigência exata é a da versão publicada do contrato da cobertura contratada. Esta lista é o que costuma ser necessário nesta família.
Coberturas desta família
O que o operador já publicou para outros riscos declarados.
Nenhuma cobertura desta família foi publicada até agora. O risco continua reconhecido pelo produto - o que ainda não existe é a oferta correspondente.
Se acontecer, o processo é este.
A análise de um sinistro segue a mesma máquina de estados para todas as famílias, com um segundo aprovador obrigatório nas decisões que criam obrigação.